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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Desisto

Dos telejornais. Dos diários. Das notícias de última hora. Dos rodapés com letras garrafais. Das conversas de circunstância sobre a crise. Das depressões alheias. Da falta de vontade em mudar algo.

Desisto. A minha sanidade mental precisa de se focar no que é essencial. Encontrar soluções práticas para a minha vida. Para a minha empresa. Para o meu marido desempregado. Para os negócios da família. Estou farta de sensacionalismo. De media que delapidam a estabilidade emocional de todos nós com bombardeamentos contínuos de novas más notícias. De gente corrupta e hipócrita no poder que nunca me deram nem irão dar nada. De promessas falsas de outros tantos que estão em pulgas para lá sentar o traseiro. Da troika e da forma subtil como também nos vai roubar. Lixem-se todos. Podem roubar-me o salário mas não deixo que me roubem mais horas de sono.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Gestão de Orçamento...

Ao folhear a Vogue evito olhar para os valores daquela mala LV ou daquele vestido Prada, afinal de contas não sou apologista do masoquismo. A gestão das prendas de Natal (sim leram bem!) vai começar a fazer-se em Outubro. Os folhetos das grandes superfícies que antes iam para o eco-ponto sem paragem pela casa partida, agora são folheados e posteriormente consultados com mais calma na Internet. Os vales de desconto que sempre ignorei agora são guardados e utilizados sempre que necessário. As revistas com vales de desconto muito interessantes numa lógica custo-proveito agora até vão sendo compradas. E as dicas para poupar já não me entram a 100 e saem a 200. Continuo a manter-me fiel a quase todas as marcas que consumo habitualmente mas agora aproveito aquilo que o mercado tem de melhor, a lei da concorrência.
Eu mudei, aliás estou num processo de mudança, e estou em crer de que muita gente também vai mudar. Atendendo à realidade deste país é normal que assim seja.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Não acredito neste país...

Não acredito mais neste país. Não acredito nas pessoas que são pagas por NÓS para o gerirem em função do bem estar económico-SOCIAL. Não acredito em promessas, nem indicadores económicos enviesados, ou em pressupostos macro-económicos que batem sempre ao lado. Não acredito na Justiça, que devia ser cega e imparcial e que cede sempre perante o dinheiro que a alimenta. Não acredito neste monstro que se alimenta do meu ordenado, que não me deu um único cêntimo de apoio pelo nascimento da minha filha e que me considera uma pessoa abastada por auferir um salário mediano que se esgota em cada medida de austeridade. Não acredito nas promessas de emprego, quando lá em casa vive alguém que procura emprego há três meses e as ofertas ao invés de aumentarem escasseiam. Não acredito em teorias de que estamos todos a ajudar. Todos quem? Os pensionistas? Os trabalhadores que já estão dormentes de tanta paulada? Ou as empresas que estão às moscas porque os clientes agora vivem de duas prioridades, pagar a casa e comer? Não acredito sequer que isto mude com a saída do Governo, porque em Portugal vive-se de capelinhas e tachos, sai de lá alguém para entrar o filho de outro senhor influente. E quem sai vai para uma das fundações auferir um salário mensal equivalente ao bruto anual de muita gente e pago por quem? Por quem não tem um pai, um tio, um primo ou um padrinho que lhe acautele a vida. É assim neste país. Fazem pose de galo, donos da sua capoeira, cheios de postura e de charme, acham que são alguém no mundo e vai-se a ver virados ao contrário não têm nada, nem pão para colocar na mesa. Deprime-me ver o estado desta nação, de braços caídos e cabeça no chão. Porque se há algo em que eu acredito é na boa fé e no espírito altruísta do povo português. O problema é que a quem se dá um dedo pedem a mão e os abusos têm um limite. Um dia o povo levanta-se. E lá em cima, nos pelouros, muita gente vai tremer.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O curso de Gestão devia valer-me de alguma coisa...

...na arte de poupar com vales de desconto. Assim como aquelas americanas que compram cinco carrinhos de produtos alimentares e pagam 20 dólares. Dava-me um jeitão. Oh se dava. Mas tenho a sensação de que nasci com uma veia consumista mais dilatada e na hora de chegar à caixa o resultado é sempre o mesmo. Um balúrdio a sair da conta.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Não fiquei excêntrica mas sim confusa...

Assistir ao sorteio do Euromilhões na televisão e constatar que o que se está a ver na televisão não corresponde ao que a apresentadora diz é coisa para fazer crer qualquer um que está perto da insanidade mental. Atalhando caminho afinal continuo pobre. Já os senhores da TVI devem ter ficado com um grande galo para se justificarem perante a Santa Casa.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Impôr-se...agarrar o mundo...

...dar-lhe uma bofetada pelas rasteiras passadas. Dizer-lhe que agora quem manda somos nós. Relativizar o que há-de vir. Porque ainda não chegou. E acreditar muito. Porque a sofrer por antecipação já passámos demasiado tempo. Nada feito. Nada acrescentado. Nada resolvido. O futuro está lá mais à frente. Azarilho. Portanto temos mesmo de esperar. De multiplicar a paciência. E decidir o que há por decidir mediante as respostas. Lá mais à frente.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

São imagens de destruição...



(tvi24)

...aquelas a que muitos madeirenses têm assistido nos últimos dias. Verdadeiramente assustadoras. Daqui vai a minha solidariedade.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

E o cerco vai apertando

...os fornecedores andam desesperados por dinheiro, os clientes não têm dinheiro, muitas empresas nos complexos industriais circundantes vão fechando e as histórias de suicídio por dívidas vão-se somando.

É este o rosto da crise, por trás dos jornais, das teorias e dos indicadores económicos estão pessoas e vidas que resvalam perante o apertar de cinto que se impõem.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Um Ídolo com futuro...



Gostei muito da participação dele nos Ídolos e depois de ouvir o primeiro single parece-me que este rapaz vai longe.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Deve ser muito díficil...

...viver no Norte de Itália por estes dias. É incrível como somos pequeninos perante a Mãe Natureza.


http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2012/05/29/italia-tres-novos-sismos-de-magnitude-superior-a-5-em-emilia-romana---oficial

quarta-feira, 21 de março de 2012

Notícias que nos fazem abraçar os nossos filhos...


Estas são vacinas que quase todos os bebés tomam embora estejam fora do Plano Nacional de Vacinação. Baby Di tomou a semana passada. Nem imaginam o aperto no peito e a vontade de a colocar numa redoma de vidro.
O sofrimento daqueles pais deve ser indescritível...

sábado, 24 de setembro de 2011

Breve comentário sobre as notícias...

Tenho tido oportunidade de ler todas as revistas da actualidade e diários noticiosos, tempo não me tem faltado para isso. E não consigo ficar indiferente ao escândalo da Madeira. Eu não consigo conceber como é que é possível um governante ser responsável e esconder um buraco financeiro do tamanho do Oceano Atlântico, gabar-se do que fez, desculpar-se com os outros, retirar o que disse porque afinal não fez nada e ainda assim poder candidatar-se novamente, ser eleito e continuar a governar. Assim sem espinhas.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

E a Zara tem muita coisa a explicar...

...depois de ter sido notícia pelo alegado envolvimento na utilização de trabalho escravo na suas fábricas no Brasil. A mão-de-obra escrava aparentemente era utilizada por uma empresa cliente que produzia peças da marca mas mesmo assim a Inditex não se livra de responsabilidades.

Infelizmente este não é um caso isolado e se todas as empresas multinacionais com outsourcing de produção em países como a Índia ou a China fossem profundamente auditadas estas notícias seriam o pão nosso de cada dia.
Hoje em dia tudo vale para se produzir mais por muito menos e a corrida à mão-de-obra mais barata é uma das chaves para o sucesso financeiro. E o pior? É que eu própria gosto de entrar nestas lojas e comprar roupa a preços acessíveis, ignorando completamente todos os "porquês" associados à etiqueta.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Coisas verdadeiramente assustadoras...

Seguindo o post da SAV sobre o ataque fatal de um tubarão nas Seychelles a um jovem recém-casado não consegui deixar de me arrepiar e questionar-me sobre a segurança deste tipo de resorts.

Lembro-me que na minha lua-de-mel garantiram-me que não existiam tubarões no resort e que as excepções seriam dois bebés que por lá tinham aparecido.
O certo é que ao quarto dia eu e o R. já tínhamos contado 3 tubarões bebé e um de porte médio que me deixava com pele de galinha. Mais estranho foi que ao avistarmos um cardume de peixes grandes a atacar um pequenino surgiram de diversos lados vários tubarões excitados com o frenesim.

Eu imaginava que nas margens dos resorts existia algum tipo de sistema que impedia a passagem destes animais mas a verdade é que nos pontos mais fundos foram construídos alguns diques e bancos que impedem apenas a aproximação dos animais de grande porte.
Escusado será dizer que um tubarão de médio porte é uma coisa verdadeiramente assustadora e que um ataque de um destes seres é coisa para deixar um ser humano muito mal tratado sendo que qualquer tipo de ajuda hospitalar se encontra a várias milhas de distância numa das ilhas mais centrais.

Este jovem provavelmente nem teve tempo de se aperceber do perigo que se aproximava, mesmo em águas pouco profundas este animal furtivo surge sabe-se lá de onde e quando damos por nós estamos metidos em sarilhos e sem grande margem de manobra. E a teoria de não entrar em pânico é muito válida mas quando somos apanhados desprevenidos por aqueles olhos gigantescos de um animal que parece uma arma letal é muito difícil manter a calma. Afinal de conta intuímos que estamos em segurança nas águas próximas à praia ou ao bungalow a gozar a nossa lua-de-mel e de repente o nosso sonho é arruinado e a nossa vida é desfeita perante a impotência de quem nos rodeia.

Da minha lua-de-mel trago as melhores recordações do mundo, dificilmente superáveis em outras viagens mas também trago um dos maiores sustos da minha vida em que valeu cruzar-me apenas com um animal curioso e não esfomeado.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

O nosso Mundo...

O Mundo é um sítio absolutamente espectacular. Um sítio onde temos apenas uma oportunidade para o aproveitar da melhor maneira possível. Por isso fazemos planos, criamos sonhos e partimos nesta aventura.
Mas no nosso Mundo existe um senão, existem pessoas que à luz do microscópio são compostas pelas mesmas células do que cada um de nós mas que na sua mente não se sentem como tal. Estas pessoas acham que podem decidir sobre quem vive e quem não vive e um dia acordam, fazem as suas escolhas e destroçam o coração de centenas de famílias perante o olhar impotente de tantos milhões colados a um ecrã de televisão.
E o Mundo acaba abruptamente para aqueles jovens que um dia sonharam ser polícias, astronautas, bailarinas e políticos pelas mãos de alguém que resolveu fazer o papel de Deus.
É tão triste...

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Temos a certeza que o país está em crise...

...quando, numa Sexta-feira, tentamos marcar cabeleireiro para as 9h da manhã de Sábado em plena época de casamentos e ainda existem vagas.

A verdade é que na hora de equacionar o orçamento estes são os primeiros "luxos" a serem cortados.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Do rapaz que voou cedo demais...

A ignorância de alguns comentários que tenho lido por aqui e por ali só podem ser de pessoas que nunca conduziram na vida. Todos nós em algum momento facilitamos, mexendo no telemóvel, entrando numa curva demasiado depressa, ultrapassando sem ver bem, acelerando a fundo por um bocadinho porque nos sabe bem, esquecendo-nos de verificar o ar dos pneus, olhando para o lado em vez de para a frente, pisando um traço contínuo, não parando num Stop, passando um sinal mais vermelho que amarelo porque ninguém viu...

E todos nós estamos sujeitos a uma lotaria cada vez que pegamos no carro, porque mesmo sendo condutores exemplares estamos sempre sujeitos a tantos outros que um dia também facilitam ou em alguns casos que são inconscientes por natureza e não respeitam a vida de ninguém.

Mesmo quando batemos em algum lado, a sorte tem de jogar a nosso favor, quando um carro se despista ninguém consegue fazer nada dele. A sensação das rodas levantarem do chão enquanto tudo ganha uma velocidade estonteante, de ver as peças saltarem do carro, de bater a primeira vez, do carro levantar voo novamente, de bater a segunda vez e só desejar que aquilo acabe, que pare ali, que ninguém nos atinja, que não acertemos em mais nada, que possamos VIVER.
Não consigo imaginar as imagens horrorosas que passaram pela vista daquele jovem, o sofrimento e o medo atroz que ele deve ter sentido, o arrependimento amargo que o deve ter atingido durante milésimos de segundo e o fim. E duvido que existam palavras de consolo suficientes para aquela mãe e aquele pai num momento tão difícil.

Devemos acreditar que a todos nós pode acontecer o mesmo e antes de levantarmos as vozes ao alto devemos ponderar quantas vezes já pensamos "Foi por um triz". Um dia também achei que tinha tudo controlado, que nada me podia acontecer porque só acontecia aos outros, esse foi o dia em que ao entrar numa curva o meu carro bateu em todos os separadores até se imobilizar.
A diferença é que neste caso a falta de sorte e o facilitismo custou a vida de dois jovens que ainda tinham muito para fazer neste mundo, não será por si só um preço demasiado alto? Nem todas as pessoas têm segundas oportunidades...infelizmente.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Dúvidas que me assistem...

Estou nos CTT e a pessoa à minha frente recebe o seu vale com o rendimento mínimo de inserção, pois que a vida tá muito difícil e este rendimento é basicamente a única fonte de sustento de algumas pessoas.

Saio dos CTT e a pessoa que estava à minha frente está a entrar para um carro de mais de 100.000€, um verdadeiro maquinão.

Ficam as dúvidas sobre o que é que realmente andamos a ajudar neste país com os enormes descontos mensais.

sábado, 11 de junho de 2011

Último a sair...


Demorei uns minutos a perceber se era um reality show "a sério" ou "a brincar" (seja lá o que isso for). Desde aí tenho perdido muitos minutos a rir com esta gente e confesso que entre o peso pesado, as tribos e o último a sair fico-me mesmo pelo último.

domingo, 15 de maio de 2011

Como as coisas mudam...

À uns anos atrás achava a Fergie um bocadinho "pindérica", muito hip hop junto e muito shake that body que me levantava algumas dúvidas sobre o talento musical propriamente dito.
Mas as opiniões mudam e cada vez a acho mais gira, com uma carreira mais consistente tanto a solo como com os Black Eyed Peas e com um estilo mais elegante e maduro. Dou um pouco a mão à palmatória e ainda friso o enorme bom gosto ao ter-se apaixonado e casado com o Josh Duhamel. Fazem um casal muito bonito.