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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Baby Di a Rainha da Pecuária...

Baby Di tinha isto:


 Depois recebeu isto:
A miúda andava radiante. Ora brincava com uma ora com outra. E nós já tínhamos arrumado o assunto das quinta interactivas.

Mas ontem recebeu novamente esta:





E a pessoa rasgou logo a caixa entregando nas mãos da petiz mais uma quinta e destruindo a possibilidade de troca. Era ver-me a esbugalhar os olhos enquanto Baby Di tocava nos botões já bem conhecidos e no seu íntimo devia imaginar "Olha a Mãe embrulhou o meu brinquedo outra vez, que giro". Portanto em tempos de crise vamos especializar a miúda no mundo da pecuária e quiçá montar um estábulo na garagem para fazermos criação de animais.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

terça-feira, 16 de outubro de 2012

O meu muro das lamentações

Uma semana de uma bebé doente. Com o nariz entupido e febres baixinhas. De muito soro, aerossóis, gotas e afins que irritam solenemente a miúda pela fixação que subitamente desenvolvemos pelo seu nariz.

Andamos esgotados. Os três. De sábado para domingo acordou às 4h e só adormeceu às 8h. De domingo para segunda acordou às 2h e só adormeceu às 3h. De ontem para hoje só adormeceu às 2h. E andamos nisto há sete dias. Fiquei com ela em casa e melhorou. Vim trabalhar e piorou. E não consigo deixar de me sentir culpada mas não posso atirar tudo ao ar e fazer de conta que só existimos as duas. E se me apetecia.


Por agora vamos (sobre)vivendo. À base estimuladores cerebrais, vulgo café e chocolate.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Há vida em mim...

Viajo no tempo. Até à manhã do dia 5 de Outubro de 2011. Aquele destino finteiro resolveu trapassar-me no momento em que ia começar a tomar o pequeno-almoço. É hoje. No corrupio de enfermeiras à minha volta lembro-me de sorrir com um nervoso miudinho à mistura. Afinal o papá vai assistir. Afinal não vou estar sozinha. E a minha Dra? A Dra. vem a caminho. Mais um voto de tranquilidade. Depois passou tudo muito rápido. Demasiado rápido. Quando dei conta já não vivias mais em mim. Vivias em todos nós. As fotos que me ia chegando pelo papá deixavam-me atónita. Os tubos, os cateteres e os fiozinhos que me impediam de te ver, tão pequenina e indefesa, eram assustadores. Mas no meu coração eu sabia que tudo ia correr bem. Eras minha filha e tinhas de ser obstinada e teimosa como eu o senti durante aqueles sete meses. Ela não precisou de ventilação. Ela não pára de dar às pernas. Ela é tão pequenina e tão linda. A minha alma ia insuflando como um balão a cada frase. Não me consegui levantar após as 12h. Não te queria conhecer naquele estado. Passei toda a noite a tentar identificar o teu choro no meio de tantos bebés. Mal eu sabia que o teu choro não podia chegar a mim. Mal eu sabia que tu não choravas. Nem ias chorar nesses dias. Tinhas que crescer e chorar não era importante. No dia seguinte, a caminho da Neo, vi pais a caminho do banho com os bebés e tive inveja. Inveja por tudo ser diferente comigo. Inveja por não te ter abraçado quando nasces-te. Inveja por não conhecer o teu rosto. Inveja por não te poder sequer pegar ao colo. Depois. Depois cruzei aquela porta e vi-te. Explodi num choro desmedido. Recompus-me logo de seguida. Daí em diante eras a razão da vida que há em mim. Não era importante se não te pegava ao colo. Importante era ver-te a aceitar o leite. A aumentar de peso. A normalizar os valores. Não era importante se passava o dia no hospital. Quando já te podia dar peito, banho, vestir-te com aquelas roupas dignas de um gigante, dar-te colinho, adormecer-te, colocar as músicas da Adele baixinho e continuar a ver-te crescer. Importante foi teres tido alta tão rápido e ter ouvido da boca das enfermeiras como justificação "Ela não precisa de nós, são vocês que já fazem tudo por ela aqui portanto é hora de ir para casa". E fomos. E cá continuamos. A ver-te crescer. A ver-te ultrapassar barreiras. Agora já choras. E ralhas. E continuas teimosa e obstinada. Mas sorris muito. E pedes mimos. E fazes charme. E recebes mais miminhos por isso. E continuas a dar às pernas de felicidade. E a enrugar o nariz quando as coisas não correm como queres. Ou a queixar-te para a Bimby quando faz muito barulho. E a ensopar-me quando chapinhas no banho. Ou a chorar quando o pai espirra. E a fugir a alta velocidade quando és apanhada a fazer disparate. E a chegar até nós a alta velocidade quando nos revês depois de um dia de trabalho. 
Só passou um ano e já vivemos tanto que parecem cinco. Mas afinal já passou um ano? O tempo não espera. Mas não faz mal, o coração está cheio, a memória vai ganhando um doce cor-de-rosa e há vida em mim.

Parabéns filha, que sejas muito feliz por toda a tua vida.
Coração Mãe

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Olhos de mãe...

Não sou a melhor mãe do mundo. Nem posso ter tal pretensão. Mas a melhor coisa da minha vida é o meu amor pequenino. A melhor forma de sair de casa é entrando antes no quarto dela e vê-la acordada com o seu sorriso a atirar-se na minha direcção. São aqueles segundos de colinho, de muitos beijinhos e de pedidos para que se porte bem. A melhor forma de regressar a casa é ver aquela pulguinha a gatinhar depressa na minha direcção com os seus gritinhos de alegria. E a melhor forma de viver é saber que ela simplesmente existe. 

Por isso como mãe, levo um murro no estômago quando vejo um bebé, tão inocente quanto cada um o é, a ser destratado ou abandonado num canto pela própria mãe. Um ser que precisa tanto de amor como de comida e que vê em nós o seu porto seguro não pode ser maltratado por quem lhe gerou a maior dádiva, a vida. E se uma mãe que viu aquele bebé sair de dentro de si não é capaz de lhe reconhecer amor, paciência, carinho e cuidado então não devia ser mãe. Lamento mas é o que eu penso. Porque não existem bebés a, b, c e d, existem sim bebés que recebem os valores e o amor que necessitam para se estruturarem enquanto pessoas e os que são deixados a si próprios para que descubram o caminho sozinhos e desamparados. E isto não é fruto da crise financeira mas sim da crise de valores a se que assiste.

sábado, 22 de setembro de 2012

Existe algo na publicidade...

...que só está ao alcance da compreensão dos bebés. Só assim se justifica o facto da minha filha ficar completamente vidrada durante aqueles minutos e soltar umas gargalhadas fantásticas quando, por exemplo, se ouve o tututu-tu-tu do anúncio do Continente. E assim que um qualquer programa recomeça ela vira as costas em jeito de "Pft isto já não me interessa".

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Remédio Santo...

Como obrigar um homem a baixar a tampa da sanita?!

Tendo um/a filho/a.

É ver o bebé radiante a gatinhar em modo sprint para tocar "tambor" na tampa da sanita e o pai a voar para baixar a dita cuja antes que a criança fique de pernas para o ar.

Remédio santo só vos digo.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

17 de Setembro de 2011

Gravidez de alto risco. 31 semanas de gestação. Um despertar aparentemente normal. Sangue. Muito sangue. Uma viagem a 200km/h para o hospital. Um quarto de bebé em obras, sem o enxoval todo, sem mala da maternidade feita e sem uma despedida em condições do meu ninho enquanto pré-mamã. Não voltaria para casa grávida. Um internamento imediato. Um batalhão de gente de volta de mim com catéteres, injecções, exames e maquinetas a apitar. Muito sangue. Um episódio de taquicardia. O pensar que ia bater a bota ali sem conhecer a minha filha. Muitos palavrões à minha volta. Maturação pulmonar. Corticóides. Um contrariar permanente da ansiedade que se queria apoderar de mim. Sempre em prol dela. 48 horas internada ao lado do bloco de partos. Menos sangue. Internamento até ao parto.  Podia acontecer a qualquer momento. Um marido que tem de decorar e preparar um quarto e uma mala para a maternidade sozinho. Viver numa cama. Sentir-me um ser humano totalmente inválido por nem um banho poder tomar. Ecografia morfológica com uma bebé de 1,300kg. Não pode nascer. Não pode nascer. Noites seguidas a dormir com o ctg ligado. Uma semana depois transferência para um quarto. Sangue. Transferência de urgência para baixo. Um futuro papá com o coração nas mãos. Quadro estável. Frases que continuam a ecoar sem parar. Cuidado. Possibilidade de uma hemorragia massiva. Possibilidade de trombofilias. Possibilidade de perder o útero. Nova ecografia, agora com 1,600kg. Ainda é muito pequenina. Temos de aguentar até às 34 semanas. Sentimentos contraditórios. O medo que ela nasça e a vontade de que isso aconteça para ultrapassar tudo. Nova transferência para o quarto. Cinco dias depois nova hemorragia. Mas quase sem sangue. A bebé rebentou a bolsa. Tem de nascer. Antes que a hemorragia comece. Feriado Nacional. Médica que voa para o hospital. Sala de cesariana pronta. Aí vamos nós. Último ctg. Não se ouve o coração da bebé. Entrada rápida na sala. Epidural. Não faz efeito. Mais um pouco nada. A bebé tem de sair. Avança-se. A epidural não tinha surtido efeito. Entro em choque. Acordo sem bebé, sem saber onde estou e com dores. Tudo tinha corrido bem. Eu sou apenas um caso num milhão a quem mais vale dar uma anestesia geral. Recobro tranquilo.Meia hora depois já falava ao telemóvel. E a bebé dava sinais de ser uma guerreira. Um regresso ao quarto para encontrar algumas lágrimas disfarçadas e um enorme alívio. A certeza de que independentemente de tudo as coisas correram da melhor forma possível. Daí em diante o hospital passaria a ser a minha casa e a minha casa apenas uma cama. Até regressarmos os três a casa em sinal de vitória e começarmos a viver a nossa vida como sonhámos. 
Afinal de contas dia 17 de Setembro foi apenas o principio...

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Ressalva de agenda

"Querida mamã queria relembrar-te para incluíres na tua agenda um tempinho depois de fazeres o jantar, de me dares o jantar, arrumares a cozinha, me dares o banhinho e todos os miminhos com o creme e aquelas coisinhas cheirosas tens sempre de lavar o chão da casa. Sempre mesmo. É que sabes mamã ninguém te avisou que para além de eu gatinhar, também arrasto pela casa toda os objectos que despertam a minha atenção, levo as mãos à boca, limpo-as no chão, babo-me mais um bocadinho, passo por cima com os joelhos e gosto muito de comer uma bolachinha ou pão enquanto vos observo a jantar na cozinha mas como não sei varrer as migalhas, vai daí e atropelo-as. Portanto mamã por agora não te queixes, um dia vou começar a pintar as paredes e pensa que isso vai ser muito mais chato. Beijinhus"

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Falta 1 mês...

E falta tanta coisa mas tanta coisa que eu temo pela nossa sanidade mental até ao baptizado da pequena. A última foi a quinta ter pedido para tratarmos do placard, marcadores e organização das mesas. Nada de novo para quem organizou um casamento. Com um ano e meio de antecedência.

Pelo menos temos bolo, quinta, igreja, ementa, papeladas entregues e ainda roupa comprada. Incluindo este segundo vestido  para a mimocas. É uma fofura não é?


By Zara

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

3 anos e uma vida depois...



Cá estamos. Juntos. A escrever uma história nem sempre fácil mas que é tão nossa quanto podia ser. Sempre de mão dada para amparar as quedas inesperadas. Sempre convictos que remamos para o mesmo sítio e que no fim, e nos entretantos, vai valer a pena. Com a certeza que de o "Felizes para sempre..." é apenas utópico, o que interessa é ser feliz hoje, e amanhã, um bocadinho mais, um bocadinho menos consoante a felicidade também de quem nos rodeia. E quando a tempestade aperta, quando não sabemos a quem acudir, quando pensamos que a vida não podia ser mais madrasta temo-nos um ao outro. Sempre. E a ela. Que veio colorir ainda mais o nosso mundo. Que nos arranca sorrisos quando só nos apetecia praguejar. Que nos impede de ver a vida a preto e branco. Que nos ensinou a relativizar. Sempre em prol do que é importante. Sermos felizes.

Hoje, três anos e uma vida de 11 meses depois, temos a certeza que o destino podia ter sido diferente, sem nunca nos termos cruzado, mas ainda bem que isso não aconteceu porque seríamos terrivelmente...incompletos.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Às vezes sabe bem bater o pé...

...e dizer a quem se faz de desentendido:

"A filha é minha e como tal quem manda sou eu".

Ah caraças sabe mesmo bem. Isso e ver a viola a ser enfiada no saco depois de um débito inoportuno de opiniões descabidas.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Ser mãe é...

...entrar numa água gelada, de onde todos tiram o pézinho com a maior rapidez, porque o nosso bebé se transformou num verdadeiro croquete ao gatinhar pelo areal com se fosse um carrinho vassoura.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Diário de umas férias...

2º dia de férias - Baby Di aprende a gatinhar;

3º dia de férias - Baby Di aprende a levantar-se agarrada a qualquer coisa (qualquer coisa mesmo);

5º dia de férias - Baby Di desenvolve uma linguagem muito própria e quando engata a primeira já ninguém a cala. Se respondermos por sons aproximados aos dela sente-se um ser compreendido e continua a debitar uns "Dadadá papapá auééééé nenénené" sem fim;

7º dia de férias - Segundo dente de Baby Di nasce;

Portanto temos mais uma semana de férias pela frente e por este andar a miúda sai daqui a dizer o "aeiou" e a andar pelo próprio pé. Dizem que a praia faz muito pelos bebés. Por aqui pode-se concluir que a teoria está testada e aprovada.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

O meu cérebro meteu férias...

...só isso explica a quantidade de queimaduras, nódoas negras e esfoladelas que enfeitam o meu corpo nestas férias. Qualquer coisa nunca vista desde os meus vá... seis anos.


Sorry Kitty...


...we`re all about Minnie!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O curso de Gestão devia valer-me de alguma coisa...

...na arte de poupar com vales de desconto. Assim como aquelas americanas que compram cinco carrinhos de produtos alimentares e pagam 20 dólares. Dava-me um jeitão. Oh se dava. Mas tenho a sensação de que nasci com uma veia consumista mais dilatada e na hora de chegar à caixa o resultado é sempre o mesmo. Um balúrdio a sair da conta.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

E em Setembro...


...vamos rumar ao Alentejo para a bela arte de não fazer nenhum.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

E as ideias para o bolo...


...para o Baptizado e Primeiro Aniversário da Di andam à volta desta foto que encontrei. Talvez mais assim ou mais assado mas na generalidade gostei muito.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Humor pré-férias....

Acordei com uma pele cintilante, tomei um banho relaxante, saltitei pela casa ao som de uma música alegre....espera, não me lembro de nada disto.

Pensando melhor. Levei duas cotoveladas para me levantar porque já estava atrasada, resisti (não tinha visto as horas), fui chocalhada como um pacote de leite e lá me dei conta de que o caso era sério. Arrastei-me para a cabine...tomei um banho do qual só me lembro de pequenas partes. A dormir portanto. Vesti-me. Maquilhei-me (amén para quem inventou a base). Torci os dois pés sem sair do sítio. Ainda a dormir. Muni-me de acessórios coloridos e quando penso "Ok, isto não está assim tão mau" senhor marido diz "Bolas hoje estás mesmo acabada".

F%$&-#@ venham de lá as férias!