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sábado, 24 de agosto de 2013

Velocidade de Cruzeiro...

O tempo voa.Urge. Tic tac tic tac. Os dias são pequenos para arrumar tanta coisa e o fim-de-semana é o escape para recuperar forças. Isso e gastá-las com Baby Di que funciona praticamente ligada à corrente. Este ano não existem férias. A praia é escassa. E mesmo assim não faz mal. Olhando para trás há distância de quatro meses, hoje estamos realmente onde devíamos estar. Incrivelmente hoje acredito que não podia ter sido de outra maneira.

terça-feira, 14 de maio de 2013

As conclusões dos outros...


Que me fazem rir. À gargalhada. Que transpiram pequenez de espírito. E comichão também. Aqueles que tiram conclusões do que nada sabem só pelo que viram. "Tão novinha a andar no carrinho do papá e já com uma filha". Ahhhhhh! Rir, rir muito desta gente tolinha.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

O esforço da dieta valerá a pena...

No dia em que ele repetir as análises e os valores normalizarem. Nesse mesmo dia em que o tal risco deixar de ter importância. Porque nem todas as dietas se encerram no sonho do bikini ou do calção de banho. Algumas reflectem a vontade de viver de forma saudável neste mundo onde somos felizes.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Das experiências que ficam em nós...


Esta música foi ouvida umas 20 vezes durante os 3 dias de Stockmarket. Os mesmos 3 dias em que trabalhámos como gente grande, sem nunca perder o sorriso ou a simpatia. Nem mesmo naqueles momentos em que mal conseguíamos manter os olhos abertos. Ou em que o mundo rodava demasiado depressa. Reconhecemos pessoas das outras edições, criámos empatia com organizadores e participantes, conhecemos pessoas verdadeiramente fantásticas e outras nem tanto. Fomos simples e genuínos. E com isso sobrevivemos sem grandes danos colaterais. No Sábado jurei que nunca mais me metia noutro e no Domingo confirmei a presença no próximo. Ambíguo?! Certamente. Não sei explicar a relação entre o cansaço e a alegria do dever cumprido. Nada tem a ver com a minha área, nem considero que tenha vocação comercial mas gosto da azáfama, do contra-relógio, da loucura das pessoas, dos elogios, dos chocolates como fonte de energia, de me sentar a almoçar e começar a dançar e a cantar sem vergonha porque mereço aquele devaneio, e à minha volta fazerem o mesmo sem pudores. Gosto de sair com a noite cerrada, com as pernas dormentes e histórias para contar. Gosto de ver que as verdadeiras tias são umas queridas e as que se querem fazer de tias são pouco simpáticas mas muito pedinchonas. Gosto de regressar de manhã bem cedo e ver o recinto vazio. Gosto da expectativa, dos talões de multibanco e dos cabides vazios. E chega. Faço-o pela família mas sobretudo por uma Mãe que merece o meu melhor. E quando me perguntam se não é esgotante eu, inacreditavelmente, respondo que não. Quando pomos a alma em alguma coisa, do mais simples ao mais complexo, tudo se torna mais leve.

I´ll get there...


And I know it’s hard when you’re falling down
And it’s a long way up and you make your round
But get up now, get up, get up now

 ‘Cause I’m on top of the world, hey
I’m on top of the world, hey
Waiting on this for a while now
Paying my dues to the dirt
I’ve been waiting to smile, hey
Been holding it in for a while, hey
Take you with me if I can
Been dreaming of this since a child
I’m on top of the world

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Nem me ocorre um título para isto...

Sogro com 60% de incapacidade por um avc. Conduz um carro adaptado à sua condição e usa o dístico visível no vidro traseiro e frontal.
Hoje quando regressou ao carro tinha um aviso da segurança no vidro: a agradecer que não volte a estacionar naquele lugar mas sim nos "normais".
É que afinal o senhor deve estar curado e nós é que não reparámos.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Tenho um vizinho engraçado...

Costuma estacionar o carro em cima do passeio. Mesmo à porta do prédio. Irrita-me. Enerva-me. Se há lugares livres porquê esta necessidade?! Já me entalou o carro uma vez e bati num pino ao tentar sair. Enerva-me ainda mais.
Ontem em dia de chuva torrencial, com a bebé, sacos e sacarias e sozinha coloquei o carro em cima do passeio mas sem tapar a passagem do prédio. Vizinho esperto tinha o carro estacionado (mal) do lado de baixo do passeio e não vai de modas. Saiu e quando voltou trancou-me o carro. Assim sem mais nem porquê. Queres sair? Tocas à minha campainha que o lugar de patrão é meu. Portanto estamos mal. Não é por nada, é só mesmo porque quando me chega a mostarda ao nariz também me passo e para esperto, esperto e meio.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Há uma linha que separa...

O bom-senso da falta de respeito. Essa linha é ténue para algumas pessoas. Difusa. E este facto reflecte-se em situações simples.
Como sabemos o facebook não é nosso amigo, não quer saber das nossas lamentações, do que comemos ao pequeno-almoço ou da hora a que nos vamos deitar. O facebook enriquece dessas coisas e das pessoas que o alimentam de forma desenfreada e em alguns casos sem grandes pudores.
Mas o facebook também não é nosso inimigo, não nos obriga a escrever, não nos cobra pelas fotografias publicadas e não define temas para publicações. Dá-nos a liberdade de falar com amigos, conhecidos e desconhecidos sobre o que nos aprazer. O resto é bom-senso.
Mas o bom-senso não se resume a frases e imagens bonitas que se copiam de um site qualquer. É algo intrínseco à nossa personalidade, ou há, ou não há. E ainda me choco quando constato a absoluta ausência do mesmo em pessoas com uma idade que já combina com o termo sabedoria, ou assim devia.
Quando uma pessoa morre temos de pensar que essa pessoa tem família e amigos chegados. Se a morte é trágica então temos de jogar com o factor tempo, para tentar dar a noticia de uma forma resguardada e prestar o apoio necessário.
A dor da noticia da morte de um ente querido é muito semelhante a um atropelamento. É devastadora e irreversível. E quando existem crianças a situação piora exponencialmente. Há que ter tacto e muito respeito.
Assim quando sabemos da morte de um conhecido cabe-nos dar o espaço à família para receber a noticia em intimidade e chorar. E nao sermos protagonistas de um drama que não é nosso.
Aqui entra o facebook. Falar sobre a nossa vida é uma decisão privada mas dar a noticia da morte de uma conhecida enquanto a família ainda se dirige para o local sem saber o que se passou é...qualquer coisa de surreal.
Não faço ideia do que passa pela cabeça destas pessoas ou até faço e numa palavra resumem-se ao que são: tristes.


sexta-feira, 8 de março de 2013

Feliz Dia da Mulher

Para todas as mulheres que todos os dias dão o seu melhor.
Um beijinho meu e de Baby Di

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Vida de dona de casa...

Diz que uma vez desempregada se entra num pseudo estado de férias. Dizem que sim. Eu cá não vejo onde. O dia começa à hora habitual de um dia de trabalho, pois que a criança cá de casa continua as suas rotinas e não quer cá saber se Dona Mãe podia dormir até ao meio-dia, é levantar, mudar fralda e fazer o leitinho e nem piar. Depois, bom depois há todo um mundo de tarefas domésticas que parecem nunca terminar. Lava a roupa, estende a roupa, arruma 30 mil brinquedos espalhados pelo chão, prepara o lanche da manhã, arruma os quartos, apanha a roupa, faz o almoço, arruma a cozinha, lava a roupa, arruma 30 mil brinquedos espalhados pelo chão, estende roupa, dança os Caricas, ou a Maria, ou a Xana Toc Toc, prepara lanche da tarde, passa a ferro, dá banho, prepara jantar, arruma 30 mil brinquedos do chão, arruma a cozinha, lava o chão, arruma os brinquedos sobreviventes, prepara o leite, deita a criança e desmaia na cama. Levanta-se para aconchegar a criança a cada choraminguice nocturna e no dia seguinte ali está a pequena com o maior sorriso do mundo à nossa espera à hora do costume assim que levantamos os estores. Parecem férias? Not to me. E o pior é que estando em casa parece que a mesma ao invés de se manter mais arrumada se desarruma de forma exponencial. Portanto quando me dizem, aproveita o tempo livre eu questiono Where?! Os dias voam cheios, com muito amor é certo mas eu ganhei um imenso respeito pelas mulheres que optam pelo papel full time mummy. É que não é pêra doce. Não é mesmo.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Um dia...

...vais olhar para trás e acreditar que isto foi o melhor que te aconteceu. Mas hoje sobram as pessoas, os até amanhãs e as palavras embargadas pelas lágrimas. Fui muito feliz aqui. Agora não sei para onde vou mas o caminho é em frente.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Opiniões gratuitas...

Não gosto nem entendo a tendência que algumas pessoas têm para criticar o que os outros compram. Compras-te o carro x? Que má escolha, tinhas o y ou o z que li na revista tal que faz consumos de menos uma milésima por quilómetro. Aquela televisão é tua? Devias ter esperado, vai sair a televisão xpto com mais 3 milhões de cores que faz a tua íris delirar. Não me digas que esse telemóvel é teu? Que horror, nada como o sistema y que segundo dizem nos fóruns nunca falha.

Juro. Juro que se revirar os olhos paga-se imposto estaria na miséria.

A caminho do fim...


...a cabeça já não mora aqui. A mente vagueia pelo desconhecido, percorre páginas de Internet à procura do futuro e deambula entre dúvidas e vontades. E por instantes olha-se para este país e pensa-se "O que vai ser de mim?!". Vai ser aquilo que tiver de ser.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Não existem causas perdidas...

Acreditar não chega. Chorar não resolve. Há que fazer qualquer coisa, mover as peças no tabuleiro com força de braços para o que nos está reservado chegue até aqui. Onde é preciso.

Está na hora de romper com 7 anos de uma história. Vamos (re)começar. Tenho ao meu lado as pessoas certas e espero brevemente chegar a bom porto. Por mim, pela minha família e pela minha carreira hei-de ter o que mereço.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Alerta Vermelho...

O sol brilha lá fora mas cá dentro sou assolada por mini tornados que mal me deixam respirar. Está na hora de repensar algumas decisões, de abdicar de algumas coisas, porque andar para trás nem sempre é mau mas é sempre agridoce. No meio da tempestade só sei que tenho de continuar a remar. Até bom porto.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Promessa a mim própria...

...não voltarás a descer a rampa da garagem em passo apressado com umas botas novas (paz à sua alma). É que a velocidade pode tornar-se estonteante e as lesões não são bonitas de se ver.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Nem tudo tem uma resposta...


Vamos vivendo e aprendendo que procurar incessantemente uma justificação para tudo na vida consome demasiada energia com pouco benefício. De vez em quando podemos aceitar as coisas como elas são, arrumar na gaveta e partir para outra.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Como arruinar a minha vontade de poupar...

Colocar um iPhone na minha secretária. Branquinho. Imaculado. Fechadinho na caixa. A pedir-me baixinho para o adoptar. E depois irem-se embora deixando-nos aqui aos dois sozinhos. Já o afastei do meu campo de visão e tudo mas mesmo assim a tentação não me larga. E depois penso na conta bancária. E depois olho para ele. Ai!