Mostrar mensagens com a etiqueta Desabafos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Desabafos. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Não consigo explicar...

...a falta de tempo e o cansaço que esta semana se apoderou de mim.

Tenho tido muitas dores no corpo e desconheço a causa. A verdade é que o que não mata moí e hoje estou completamente desfeita. Para ajudar estou em semana de auditorias e a minha capacidade de raciocínio equipara-se à de uma mosca da fruta. Não me apetece fazer nada, só atirar aqui para o chão do escritório e dormir durante 12 horas seguidas. Odeio sentir-me assim preciso de revitalizar a minha mente e o meu corpo.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Era muito mais proveitoso...

...se muitas pessoas ao invés de dizerem  que queriam ter "aquela" vida onde tudo é (hipoteticamente) perfeito se preocupassem em resolver o que realmente vai mal nas suas. Não existe maior desperdício de tempo do que passá-lo a invejar os outros.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Um fundo de ansiedade...

O medo, a fobia, o bicho mau, aquele que está bem enquanto está adormecido. Aquele que durante 90% do ano é esquecido mas que basta um dia de muita chuva para a memória renascer.
E a ansiedade desperta, os formigueiros na cara e o estado alerta. Os pensamentos disparatados surgem como pipocas e a insegurança é perceptível no suor das mãos quando nos sentamos ao volante. Ninguém mais se lembra, ninguém da conta do nosso medo, ninguém imagina o que se passa na nossa mente, só nós.

Depois de se viver um acidente de viação em que sabemos que tudo o que havia para correr bem correu, nunca mais somos os mesmos. Afinal de contas bastou um fracção de segundo para o carro andar aos peões no meio da estrada enquanto batia nos separadores. Mas um trauma só se vai resolvendo de uma maneira, contrariando o medo.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Estou ENSOPADA...

...pronto era só isto!

O que só eu entendo...


Toda a gente à minha volta acha que a minha figura pós-parto é muito mais interessante do que antes. É óbvio que as minhas pernas e a zona das ancas ganharam uma forma que não tinham e isso reflecte-se no simples facto de ter passado a vestir um 38 ao invés do habitual 34/36.

E se aprecio o facto de neste momento ter pernas não gosto nada do resultado na minha zona abdominal.A única opção para mim foi erradicar as calças de cintura descida e optar por calças de cintura subida com cortes mais direitos que criam uma ilusão de proporcionalidade.
Mas à medida que me vou aproximando da época do bikini sei que vou ter de arranjar outra solução. Uma que não passe por uma dieta (porque não nasci para viver em função do que como) e que não me obrigue a passar a semana no ginásio (longe de uma bochechuda risonha que me alimenta a alma). Algo impossível portanto. Assim resta-me ir convivendo com a minha figura e esperando que o stress do dia-a-dia que me queima tantos neurónios também leve alguma gordurinha com ele.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Fútil ou elementar?!

Durante a gravidez fui sempre acompanhada no Hospital Privado onde vou frequentemente. Quando tive a primeira hemorragia foi para lá que me dirigi sem pensar duas vezes e foi lá que estive internada durante as três semanas seguintes.

Naquela altura como agora algumas vozes levantaram-se contra a minha opção. Ouvi vezes sem conta "Quando as coisas correm mal é para o público que as pessoas vão" ou "Os hospitais privados são apenas hotéis". E ignorei até à exaustão tais comentários. Primeiro porque sempre fui um chamado "caso complicado" e segundo porque só podemos criticar algo quando temos base para isso.

A verdade é que a avó está internada num hospital público com mais três pessoas e uma das quais não deve muito à sanidade mental então grita, geme e fala sozinha com pessoas imaginárias. A porta do quarto está sempre aberta com o enorme barulho que existe nos corredores, a televisão está sempre desligada e a casa de banho fica no meio do corredor. Os cuidados de saúde prestados têm sido bons mas avó não consegue descansar como seria de esperar e está desejosa de regressar a casa. Mesmo assim não se queixa.

Eu estive num quarto sozinha com casa de banho privativa, televisão, internet e sofás para as visitas. A porta estava fechada e sempre que precisava de ajuda fora das rondas frequentes das enfermeiras e das auxiliares puxava a campainha e era assistida. Para além disso e acima de tudo os cuidados de saúde prestados foram muito bons, todas as equipas que receberam o meu caso foram muito prestáveis e nunca estive um dia sem ser visitada por um médico para saber novidades. Estive desde o início perfeitamente esclarecida sobre o que podia acontecer, o que se faria caso tudo se complica-se ainda mais, as unidades de sangue que estavam reservadas e os resultados dos vários exames diários.

Isto é estar num hotel?! Eu diria que isto é aquilo que esperamos do nosso sistema nacional de saúde e que nem sempre obtemos. E acredito que só quem passa por um internamento relativamente longo é que tem noção da falta que faz o descanso e a tranquilidade. É claro que nada disto é gratuito mas existem custos que na óptica custo/benefício são inquantificáveis.

Com isto não quero dizer que sou anti-hospitais públicos, porque ainda há pouco tempo a Di teve de ser assistida de urgência no mesmo que a avó está internada e não fomos de todo mal atendidos. Mas em caso de internamento não irei pensar duas vezes na hora de optar entre público e privado porque aquilo que parece fútil já se tornou elementar à muito tempo.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Uma verdadeira segunda-feira...

Hoje estou francamente num dia complicado. Não se trata tão somente de ter acontecido isto e aquilo mas do meu real estado de espírito.

É inevitável não ter medo, depois de alguns puxões de tapete aprende-se que nada é linear e as surpresas podem surgir a qualquer momento. Mesmo assim vou acreditar num dia de amanhã mais risonho enquanto peço baixinho "por favor não nos ponhas já à prova outra vez".


Please be good...


A avó M. foi de urgência para o hospital.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Purple dos Santos Silva...

...quando vires o consumo instantâneo do teu carro a marcar 36,7lt lembra-te que o gasóleo está a 1,82€ por litro.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Sabemos que o tempo é curto...

...quando a caixa do email pessoal está a abarrotar.

...as mensagens escritas por responder se acumulam no telemóvel.

...os telefonemas ficam por fazer porque "já é tarde".

...os posts no blogue surgem às pinguinhas.

terça-feira, 10 de abril de 2012

O Word hoje tirou o dia...

...para me azucrinar a cabeça. Não há formatação que resulte.

Ca nerves pah!

domingo, 8 de abril de 2012

Di...

...um dia vou-te contar que esse cavalo marinho foi-te oferecido por alguém muito especial, tão especial que se tornou numa estrela e hoje brilha no Céu e cuida de ti.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

E micas?!

Que mal podem ter feito as desgraçadas micas para terem sido exterminadas?

Só vejo papelinhos agrafados a folhas brancas.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Não temos todos de gostar do amarelo...

Fui a um casamento no Verão passado que terminou assim de repente. Agora vem o processo que envolve muita dor e muita mágoa especialmente para quem entrou de cabeça nisto e ficou sem chão.

A verdade é que o casamento não tem de ser uma realidade para todos. Por muito que socialmente se faça pressão junto dos casais para casarem só o deve fazer quem realmente está preparado para tal. Assim como não gostamos todos do amarelo também não temos todos de casar para sermos felizes. No meu entender não existe festa que justifique o sofrimento de um divórcio.

sábado, 31 de março de 2012

Opções...

Alguém - Então agora precisas de uma empregada de limpeza?

Eu - Sim preciso, porque o meu tempo agora não é o mesmo do que quando não tinha uma filha.

Alguém - Ah a desculpa para não teres tempo é o facto de seres mãe?

Eu - Não esta é a desculpa para gerir o meu tempo em função da minha prioridade número um, a minha família.

sexta-feira, 30 de março de 2012

O tempo voa...

Regresso do trabalho, tenho visitas, conversa para aqui e para ali.

Sirvo o lanche...às 20h00.

E a meio do lanche dou-me conta do telejornal e penso "Ups".

Coisas de génio. Mas em minha defesa eu juro que o tempo voa.

terça-feira, 27 de março de 2012

Uma péssima mãe...

Sou, sou mesmo uma péssima mãe...

Que teve uma bebé com 1800gr, que só a trouxe para casa nove dias depois, que sabia tanto naquela altura como hoje que ela é um bebé especial, com uma imunidade mais baixa e cuidados extra mas que n-u-n-c-a a tratei como um biblô.
Sou e serei sempre uma péssima mãe porque a levo comigo para todo o lado, porque sempre a estimulei como se fosse um bebé de termo, porque quando faz grandes birras insisto em falar com ela em frente ao espelho e ela percebe perfeitamente que a mãe está triste, porque a deixo dormir o que ela precisa e nunca a acordo à força para comer, porque sei que ela adora agarrar o biberão e namorar com ele portanto de vez em quando deixo-a comer assim e porque sei que ela é uma desenrascada em ponto pequeno e ninguém a entende. Ela tem uma ânsia de ser, de viver e de ultrapassar obstáculos que só um pai e uma mãe podem compreender.

Vou ser sempre esta péssima mãe, a quem já aconteceram coisas que não lembram ao demo mas que nunca deixou de sorrir e olhar para a sua filha com um enorme orgulho por vê-la saudável, feliz e enérgica.
E mesmo que umas pessoas me digam que se calhar sou uma má mãe, porque a minha filha teve outra apneia eu digo VÃO PARA O RAIO QUE VOS PARTA. São todos excelentes pais até ao dia em que têm azar, em que os miúdos lhes fogem da vista por 5 segundos, que se engasgam de repente sem nada prever ou em que apanham uma virose qualquer porque puseram o nariz fora de casa.
Estas pessoas que NUNCA cuspam para o ar porque lhes pode cair em cheio na testa. E na paternidade é muito fácil que isto aconteça.

Existem comentários que doem mais do que facas. Mas chegar a casa, ver aquele sorriso rasgado, dar-lhe mimos e cocegas, brincar com ela, dar-lhe banhinho, dar-lhe a sopinha, adormece-la e acabar a noite de mãe dada com ela porque acordou assustada e só voltou a adormecer assim são coisas que só uma péssima mãe consegue fazer. Uma daquelas que vai sofrer muito durante toda a vida e que vai ter milhares de dúvidas mas que se vai servir daquele amor incondicional para criar aquele ser humano da melhor forma possível.
Quanto a estas pessoas iluminadas, perfeitas e intocáveis vão-se encher de moscas.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Hoje parece mais segunda-feira...

Entrei na empresa hoje bem disposta e cheia de energia...

Fui para reunião...

Saí de lá com uma dor de cabeça daquelas...

Quem estava comigo já foi para casa com febre...

E Sr. R. já ligou para dizer que, provavelmente por causa dos dentes, Baby Di está impossível...

Portanto vou-me ali arrastar até casa e tentar animar a coisa no jantar de logo à noite.

Bom fim-de-semana pessoas!!!

quarta-feira, 21 de março de 2012

Sem comparações...

A dor de A nunca é igual à dor de B. O processo de luto de uma pessoa nunca é igual ao da pessoa que está sentado ao lado. Portanto eu não crítico, não julgo e não pressuponho sobre o que os outros estão a sentir porque hipoteticamente já o senti. Mas também acho feio, muito feio mesmo que se critique quem reaprende a viver e a seguir o caminho em frente depois de dar de caras com a Morte.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Por esta semana...

...já chega. Inacreditavelmente ainda me sinto cheia de energia, mas vou poupá-la para encher de mimos a pequenina e o senhor seu pai.


Bom fim-de-semana minha gente. Aproveitem o tempo farrusco para descansar e namorar muito.