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sábado, 24 de agosto de 2013

Velocidade de Cruzeiro...

O tempo voa.Urge. Tic tac tic tac. Os dias são pequenos para arrumar tanta coisa e o fim-de-semana é o escape para recuperar forças. Isso e gastá-las com Baby Di que funciona praticamente ligada à corrente. Este ano não existem férias. A praia é escassa. E mesmo assim não faz mal. Olhando para trás há distância de quatro meses, hoje estamos realmente onde devíamos estar. Incrivelmente hoje acredito que não podia ter sido de outra maneira.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Os doces 30...


Reencontrámos aquilo que nos uniu há muito muito tempo. Desta vez já não somos miúdas, já não somos tão inocentes mas continuamos muito bimbas, muito malucas e muito de bem com a vida. A experiência aliviou-nos a alma, porque a vida (essa p*ta como o outro diz) já nos ensinou que não vale e pena ir andando e vendo. E como da morte estamos nós cansadas vai daí e agora seguimos em frente juntas. Nos teus 30, 31, 32, 33, ..., 55, 67...com rodinhas, bengala, dentes postiços ou peruca. Mas acima de tudo com uma lição bem estudada: a família não pode ser dada como garantida, também ela se alimenta de amor e amizade. E vamos sempre a tempo, basta querer. Nós queremos!!!

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Das experiências que ficam em nós...


Esta música foi ouvida umas 20 vezes durante os 3 dias de Stockmarket. Os mesmos 3 dias em que trabalhámos como gente grande, sem nunca perder o sorriso ou a simpatia. Nem mesmo naqueles momentos em que mal conseguíamos manter os olhos abertos. Ou em que o mundo rodava demasiado depressa. Reconhecemos pessoas das outras edições, criámos empatia com organizadores e participantes, conhecemos pessoas verdadeiramente fantásticas e outras nem tanto. Fomos simples e genuínos. E com isso sobrevivemos sem grandes danos colaterais. No Sábado jurei que nunca mais me metia noutro e no Domingo confirmei a presença no próximo. Ambíguo?! Certamente. Não sei explicar a relação entre o cansaço e a alegria do dever cumprido. Nada tem a ver com a minha área, nem considero que tenha vocação comercial mas gosto da azáfama, do contra-relógio, da loucura das pessoas, dos elogios, dos chocolates como fonte de energia, de me sentar a almoçar e começar a dançar e a cantar sem vergonha porque mereço aquele devaneio, e à minha volta fazerem o mesmo sem pudores. Gosto de sair com a noite cerrada, com as pernas dormentes e histórias para contar. Gosto de ver que as verdadeiras tias são umas queridas e as que se querem fazer de tias são pouco simpáticas mas muito pedinchonas. Gosto de regressar de manhã bem cedo e ver o recinto vazio. Gosto da expectativa, dos talões de multibanco e dos cabides vazios. E chega. Faço-o pela família mas sobretudo por uma Mãe que merece o meu melhor. E quando me perguntam se não é esgotante eu, inacreditavelmente, respondo que não. Quando pomos a alma em alguma coisa, do mais simples ao mais complexo, tudo se torna mais leve.

terça-feira, 19 de março de 2013

Deste Pai...

O maior consolo no meu coração não é ter saúde, não é ter força, não é ser uma super mãe para a nossa filha. O que acalma o meu coração descompassado é saber que no dia em que tudo me correr mal, no dia em que não puder revê-la, no dia em que deixar de estar presente, ela estará entregue nas mãos do Pai certo. Do Pai que cada criança merece. Do que a vai amparar nas quedas, do que vai desfazer todos os medos, do que vai aconchegá-la no colo antes de adormecer e mesmo assim ter pulso firme quando for preciso. Serão os teus braços que ela irá procurar como porto de abrigo e o teu cheiro de Pai que a vai tranquilizar. E serão as gargalhadas dela que farão a vida valer sempre a pena. E eu fico feliz, por vocês se terem encontrado neste mundo como Pai e Filha. 
Feliz Dia do Pai.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Agradecer...


A vida dá muitas voltas. Um dia dá a volta que não esperamos e percebemos que durante muito tempo passamos pouco tempo com a pessoa certa. E tudo acontece no tempo certo. No tempo em que podemos articular no presente o verbo agradecer.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Sento-me na cama a beber um chá. Não reconheço este silêncio na casa. Não se ouvem brinquedos a tocar. Não se sentem pequenos passinhos tolos a entrarem pelo quarto. Não oiço o meu nome. Não vejo ninguém. Fico assim, perdida naquele momento de tranquilidade com a minha pessoa. Recuo no tempo até à adolescência e ao prazer que aqueles momentos me proporcionavam. O prazer de viver comigo própria num mundo que de vez em quando se encerrava só em mim.

De repente...tenho saudades. Passaram alguns minutos mas já tenho saudades. Deles. De saber que estão ali. De os ouvir pela casa. De imaginar se ela está a mexer em algo que não deve. De a sentir entrar no quarto à minha procura. De conversar com ele. De o ouvir. E percebo. Que posso recuar 10 anos no tempo mas não posso ser feliz por lá. Porque a felicidade de viver em união comigo própria sabe-me a pouco comparada com a alegria de viver com cada um deles. De os sentir perto de mim e de saber que eles são o meu mundo. Oiço-o entrar em casa. O meu mundo começa a compor-se. E sorrio. Porque assim aquele chá sabe-me infinitamente melhor.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

E baralhou...

Não, o Natal já não é lá em casa. Vai de cancelar as compras todas. Inspira. Expira. Inspira. Expira.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Baralha e dá outra vez...

Afinal, sim a-f-i-n-a-l o Natal vai ser lá em casa. Eu que gosto tanto de organizar o digno repasto desta época já me tinha mentalizado que este era O ano em que ia pregar para outra freguesia. Nada de responsabilidades. Zerinho. Apenas levar os doces e regressada a casa a única preocupação seria calçar as pantufas e encher as minhas pessoas de beijos. Mas vai daí e talvez não, afinal ficamos no mesmo sítio e euzinha depois de um piripaque que englobou o choque mental com a ideia de ter de ir a um qualquer hipermercado nos próximos dias e de ter t-u-d-o para preparar e organizar lá tive de enfiar a viola no saco. Tenho um pressentimento de que as compras online vão ser o meu maior aliado dos próximos dias. Só não sei que vai embrulhar as 3500 prendas que estão em cima da mesa da sala. Voluntários?! Hum?! Pelo espírito natalício?! Ou por 5€ vá!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Todos os dias deviam começar assim...


Acordar cedo. Muito cedo. Preparar-me com calma e sair de casa com o sol ainda a nascer. Deixá-los a dormir sossegados cada um no seu ninho. Organizar trabalho e ter tempo, muito tempo para as trinta mil coisas que me esperam hoje. Porque hoje é um dia bom. Onde os sonhos ganham forma e começamos a acreditar que sim. Que embora este país esteja uma lástima o caminho para a mudança começa em cada um de nós e na vontade de fazer alguma coisa por isso. E se um dia batermos com a cara no chão saberemos que foi sinal de que pelo menos tentámos. Mas eu tenho fé de que sim. De que 2013 será o que fizermos dele.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Think outside the box...




... e as soluções podem surgir de onde menos se espera, de quem menos se espera como fruto de uma mudança de atitude perante a vida. Vamos para um caminho completamente diferente mas vamos felizes e cheios de vontade de fazer "a nossa sorte".

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

O Natal aí à porta...


É tempo de fazer a árvore de Natal. De a rechear de prendinhas para aqueles que tanto amamos e que bem as merecem. De ir buscar as mantinhas guardadas para as tardes de sofá. De nos rendermos às rabanadas, aos sonhos, ao tronco de Natal e a tantas outras iguarias que agora são permitidas. De fazer um balanço de 2012 e planos, muitos planos para 2013. Porque como li num blogue muito querido "a sorte somos nós que a fazemos". Vou acreditar que sim. Vou mesmo.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Os anos passam...

Passou um ano disto!

Passaram dois anos disto!

Tenho saudades dos dois. Muitas saudades. O mundo continuou a girar mas a saudade será sempre o elo de ligação entre este mundo e aquele onde eles agora estão. Um dia a saudade dará lugar ao reencontro. Até lá fica a promessa de respeitar e aproveitar a vida como vocês o fariam.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Nota Mental...

Prestar atenção ao nome da empresa onde o nosso marido viu umas "coisas" que queria para o Natal sob pena de nunca encontrar a dita cuja no Google.
É que convenhamos o Sr. está a criar altas expectativas e o mais próximo que encontrei no Google do nome que procurava corresponde a um CD do Tozé Brito.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Querida Mamã...

Não desfazendo o imenso amor que sinto por ti importas-te de não mudar de ideias a cada dois dias sobre a tua prenda de Natal?

É que convenhamos, a mesma já está comprada e por este andar vai ter de ser devolvida por esta tua filha à beira de um ataque de nervos.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Desabafos

Um dia levantam-se as hipóteses que nunca se levantaram. Um dia deixamos de acreditar em coisas que até então eram óbvias. Um dia olhamos para a família e equacionamos uma nova vida. Por eles. Por nós. Por tudo aquilo que tanto merecemos. Um dia podemos mesmo ter de dizer um até já!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Impôr-se...agarrar o mundo...

...dar-lhe uma bofetada pelas rasteiras passadas. Dizer-lhe que agora quem manda somos nós. Relativizar o que há-de vir. Porque ainda não chegou. E acreditar muito. Porque a sofrer por antecipação já passámos demasiado tempo. Nada feito. Nada acrescentado. Nada resolvido. O futuro está lá mais à frente. Azarilho. Portanto temos mesmo de esperar. De multiplicar a paciência. E decidir o que há por decidir mediante as respostas. Lá mais à frente.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

A doença da avó é feia e...

tem muitos nomes. Até ver ursúla, ursa, ulçara, ulsra e de vez em quando úlcera.

A verdade é que rebentou, deixou a avó muito fraquinha mas depois de já ter cheirado aqueles cabelos grisalhos e ouvido a voz que me oferecia pão com tuli-creme todas as tardes passei a acreditar com todas as forças que tudo vai correr bem.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Um amor doce...

Aquele que Baby Di sente pela avó J. A mesma avó que vai tomar conta dela durante estes primeiros anos.

O sorriso dela quando vê a avó é doce, muito doce. E eu fico feliz, porque o que mais desejo é que a minha filha tenha o privilégio de criar este laço que lhe vai trazer tão boas recordações ao longo da vida.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Uma verdadeira segunda-feira...

Hoje estou francamente num dia complicado. Não se trata tão somente de ter acontecido isto e aquilo mas do meu real estado de espírito.

É inevitável não ter medo, depois de alguns puxões de tapete aprende-se que nada é linear e as surpresas podem surgir a qualquer momento. Mesmo assim vou acreditar num dia de amanhã mais risonho enquanto peço baixinho "por favor não nos ponhas já à prova outra vez".


Please be good...


A avó M. foi de urgência para o hospital.