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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Vou para o ginásio...vou para o ginásio...

Vou para o ginásio...vou para o ginásio...Vou para o ginásio...vou para o ginásio...Vou para o ginásio...vou para o ginásio...

Não, não estou a afirmar. Estou em processo de consciencialização.

E desta vez não posso desistir...E desta vez não posso desistir...E desta vez não posso desistir...E desta vez não posso desistir...E desta vez não posso desistir...E desta vez não posso desistir...

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Balanço das mini-férias...

Nas próximas fico a viver no destino. Não me dou bem com o regresso a casa. Sério que não. Senão vejamos:

- 1h em Lisboa e tento partir com a cabeça uma chaminé de pedra;

- 4h em Lisboa e a minha bexiga avaria. Era ver-me com a correr em modo sprint para o wc a cada cinco minutos.

- 8h em Lisboa e dou o dia por encerrado.

- 16h em Lisboa e acordo com um fantástico AU!. Tinha deslocado a omoplata esquerda. Sozinha. A dormir.

As restantes horas em Lisboa foram passadas entre uma fisioterapeuta, um hospital e um homoepata que me torceu o pescoço e as costas de tal maneira que fiquei com a nítida sensação de que era feita de plasticina. E ainda me obrigou a prometer de que ia para o ginásio e de que mudava a ergonomia do meu posto de trabalho. Eu cá assenti. Ia lá eu discutir com um homem que me estava a torcer o pescoço.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Já ninguém diz "Santinha"...

...quando espirro.

Não os posso criticar.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Não consigo explicar...

...a falta de tempo e o cansaço que esta semana se apoderou de mim.

Tenho tido muitas dores no corpo e desconheço a causa. A verdade é que o que não mata moí e hoje estou completamente desfeita. Para ajudar estou em semana de auditorias e a minha capacidade de raciocínio equipara-se à de uma mosca da fruta. Não me apetece fazer nada, só atirar aqui para o chão do escritório e dormir durante 12 horas seguidas. Odeio sentir-me assim preciso de revitalizar a minha mente e o meu corpo.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Check-up...

Visita da medicina no trabalho:


Glicémia normal - Check


Colesterol normal - Check


Pitosguice aguda - Check


Peso normal - Check


Perímetro abdominal embaraçoso - Check

Fútil ou elementar?!

Durante a gravidez fui sempre acompanhada no Hospital Privado onde vou frequentemente. Quando tive a primeira hemorragia foi para lá que me dirigi sem pensar duas vezes e foi lá que estive internada durante as três semanas seguintes.

Naquela altura como agora algumas vozes levantaram-se contra a minha opção. Ouvi vezes sem conta "Quando as coisas correm mal é para o público que as pessoas vão" ou "Os hospitais privados são apenas hotéis". E ignorei até à exaustão tais comentários. Primeiro porque sempre fui um chamado "caso complicado" e segundo porque só podemos criticar algo quando temos base para isso.

A verdade é que a avó está internada num hospital público com mais três pessoas e uma das quais não deve muito à sanidade mental então grita, geme e fala sozinha com pessoas imaginárias. A porta do quarto está sempre aberta com o enorme barulho que existe nos corredores, a televisão está sempre desligada e a casa de banho fica no meio do corredor. Os cuidados de saúde prestados têm sido bons mas avó não consegue descansar como seria de esperar e está desejosa de regressar a casa. Mesmo assim não se queixa.

Eu estive num quarto sozinha com casa de banho privativa, televisão, internet e sofás para as visitas. A porta estava fechada e sempre que precisava de ajuda fora das rondas frequentes das enfermeiras e das auxiliares puxava a campainha e era assistida. Para além disso e acima de tudo os cuidados de saúde prestados foram muito bons, todas as equipas que receberam o meu caso foram muito prestáveis e nunca estive um dia sem ser visitada por um médico para saber novidades. Estive desde o início perfeitamente esclarecida sobre o que podia acontecer, o que se faria caso tudo se complica-se ainda mais, as unidades de sangue que estavam reservadas e os resultados dos vários exames diários.

Isto é estar num hotel?! Eu diria que isto é aquilo que esperamos do nosso sistema nacional de saúde e que nem sempre obtemos. E acredito que só quem passa por um internamento relativamente longo é que tem noção da falta que faz o descanso e a tranquilidade. É claro que nada disto é gratuito mas existem custos que na óptica custo/benefício são inquantificáveis.

Com isto não quero dizer que sou anti-hospitais públicos, porque ainda há pouco tempo a Di teve de ser assistida de urgência no mesmo que a avó está internada e não fomos de todo mal atendidos. Mas em caso de internamento não irei pensar duas vezes na hora de optar entre público e privado porque aquilo que parece fútil já se tornou elementar à muito tempo.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

A doença da avó é feia e...

tem muitos nomes. Até ver ursúla, ursa, ulçara, ulsra e de vez em quando úlcera.

A verdade é que rebentou, deixou a avó muito fraquinha mas depois de já ter cheirado aqueles cabelos grisalhos e ouvido a voz que me oferecia pão com tuli-creme todas as tardes passei a acreditar com todas as forças que tudo vai correr bem.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Hoje...

...só me apetecia chorar quando te vi.

E enquanto toda a gente me queria dizer que esta tua enorme debilidade era sinal de que o cancro voltou eu amarrei as lágrimas, dei um nó peito e tentei desesperadamente mudar de assunto.

Não te consigo ver sofrer e não o consigo ver tão impotente a querer ajudar-te...

Este Natal a minha prenda fica pedida...a tua cura.

domingo, 25 de setembro de 2011

Estadia no quarto do hospital...

No fim desta semana fui transferida para um quarto no piso onde estão todas as recém-mamãs com os seus rebentos. Desde aí tem sido engraçado associar determinados sons com o que se passa ali fora.

O choro. O choro de um recém-nascido é uma coisa mesmo profunda, conseguimos quase imaginar a cara de sofrimento que eles estão a fazer naquele momento só pelo som. Mas o choro de vários recém-nascidos só significa uma coisa por aqui...hora do banho. Os piolhitos gostam tanto da hora de banho que choram como se estivessem desesperados e choram ainda mais quando as pediatras os examinam diariamente. Verdade seja dita que alguns recém-nascidos ainda não sabem chorar e emitem um género de uns arranques que duram dois segundos, estes normalmente são os que têm muito poucas horas de vida. Depois da hora do banho...silêncio absoluto.

O alarme. Imaginam o alarme das lojas? Ou de incêndio? Agora imaginem estarem no vosso quarto a ver um episódio da Anatomia de Grey em que anda um louco com uma pistola no hospital a matar pessoas e de repente começa a tocar um alarme semelhante aos que referi. Afinal tudo tem explicação. Parece que os pequeninos usam pulseiras electrónicas e quando aproximam os bebés das saídas para os elevadores ou as pulseiras deixam de estar em contacto com a pele dispara um alarme. Assim as mamãs e os papás podem dormir tranquilos sobre a segurança dos pequenos. E eu posso dormir tranquila de que a ficção não se torna realidade.

Os risos. Esta ala é fértil em sorrisos e gargalhadas, as pessoas estão simplesmente felizes e é incrivel ver como um pequeno ser consegue com poucas horas de vida trazer tanta alegria ao mundo. Se existisse uma medidor de felicidade esta zona seria a que teria o indicador mais elevado. E isto não é válido só para os pais, mas para as visitas e as próprias enfermeiras.

Esta tem sido uma das partes giras desta estadia, em que se filtra o que é mau e só nos focamos no bom, no diferente, no cenário de um futuro próximo. E estando aqui sossegadinha no meu quarto vou-me entretendo a conhecer o mundo que me rodeia pelos sons e a desejar ter tempo para ainda descobrir muito mais.


terça-feira, 9 de agosto de 2011

Não entendo nada de nada...

Eu confesso que me afogo em docinhos, pois que como muita fruta, sopinha, cereais, pãozinho, iogurtes e tutti e tutti mas peco tanta vez com bolos, gomas, chocolates e gelados que este sangue devia ser doce doce.

Mas não. Se as primeiras análises à glicose revelaram valores abaixo do mínimo estas ainda estão abaixo das primeiras. Sendo que ao fim de 2 horas após ter ingerido aquela nheca doce todo aquele açúcar se evapora como por magia, assim caput, aí vai ele sabe-se lá por aonde.

E a modos que é isto, a médica diz "Muito bom" e eu digo "Nem por isso", porque as tonturas, más disposições e sensações de desmaio assim não me largam e qualquer dia o R. abre a porta e estou esticadinha no chão (que dramática).

Portanto vamos passar a comer ainda mais vezes (pulos de alegria da piolha enquanto escrevo isto) e vamos incluir uns bolinhos e derivados na pseudo-dieta. Hum...pensando bem já não como uma bola de berlim à tanto tempo.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Neurose ou neurónios contaminados...


...pela crise alérgica que desceu em mim. Paciência é algo que não abunda por aqui, especialmente quando sinto o efeito do benuron a passar, já rabugice há de sobra para o menino e para a menina.
Ainda assim resolvi ir com o meu nariz de batata fazer análises e lá me convenceram a despachar a da glicose, o estômago refilava, a pequena dava pontapés a torto e a direito e eu lá me convenço a beber aquela nheca carregada de toneladas de açúcar. Durante largos minutos pensei que me ia dar um fanico por causa de um mísero líquido doce, só mexi os olhinhos até me chamarem para tirar sangue novamente.
Só vos digo que desde aí avariei completamente, os neurónios partiram naquela estrada, a vontade de vomitar é proporcional à minha aversão a coisas doces e a miúda ficou hiperactiva com tanta doçura a circular no meu organismo.

Hoje só mudava uma coisa no meu rico dia...tinha ficado em casa sossegada.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Hoje...

Havia muita coisa para dizer mas abateu-se sobre mim alguma espécie de alergia que mal me permite abrir os olhos. Tudo começou com uma pequena dor de garganta ontem à noite e hoje chegaram as dores de cabeça insuportáveis, as dores no corpo como se estivesse febril e a falta de apetite.

Não sei de onde isto saiu mas espero que vá embora tão depressa como veio. Escusado será dizer que não tomei absolutamente nada e estou ainda a tentar resistir ao ben-u-ron pelo que vou rumar a casa e tentar dormir meia horinha.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Deus eu sei que já esgotei a minha quota de pedidos de ajuda junto de ti até ao fim da vida e que tens mais não sei quantos mil milhões de pessoas para ajudar, mas este é mesmo importante...

...deixa a minha avó perto de mim mais uns aninhos sim? Não a leves assim de repente como esteve tão perto na segunda-feira. Eu preciso que aquele coração continue a bater cheio de vida e que ela continue a contrariar-me e a mostrar onde fui buscar a minha teimosia.

Gosto tanto dela que fico sem chão só de imaginar o meu pequeno mundo sem o seu sorriso. Tens a eternidade toda para partilhar com ela portanto por favor deixa que o meu filho saiba o quão bom é dizer adeus no carro à avó Maria e o quão perfeito é um arroz doce feito com amor.


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Este tempo é óptimo...


- Para as dores de cabeça;

- Para os olhos arderem como se estivessem em chamas;

- Para ter frio, vestir o casaco, ter calor, despir o casaco, ...

- Para ter uma moleza do tamanho do mundo;

Resumindo para ficar em casa... e é para lá que vou à tarde.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Gosto tanto de frigoríficos...

...coloridos. Daqueles que transbordam vitaminas e coisas boas, que me abrem o apetite e me dão vontade de os assaltar no silêncio da noite.

Estas minhas sucessivas perdas de peso agradeciam algo assim, e eu bem tento que o de lá se casa se mantenha colorido mas ele ainda não aprendeu a reposicionar os stocks sozinho.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

As minhas refeições...

Andam do pior possível.

Ou não janto...

Ou não tomo o pequeno-almoço...

Ou almoço a correr só porcarias gordurosas....

Ou tento fazer uma refeição normal e pareço um pisco a comer...

Já me queixei da falta de tempo e da falta de apetite, mas cá para mim, ando à procura é de levar uma tareia do R.

Gostava tanto de ser daquelas pessoas que têm sempre sopinha no frigorífico, pão de sementes no cesto e sumos naturais feitos. Mas não sou e também não tenho juízo nenhum pelo que se brevemente disser "Ah tou doente" vocês frisem bem "A culpa é tua".

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Voltei ao trabalho ontem, que é como quem diz, à vida "normal". Agora um pé à frente do outro, devagarinho e sem grande stress. Façam figas por mim sim?

Ah e já disse que gosto de vocês?! É que não se paga o carinho e preocupação que vocês demonstraram e os sorrisos que me arrancaram. Obrigada!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Ao estado a que chegou a minha vida (ou este blog)...

Algumas alminhas dizem-me "É tão bom estar na caminha o dia inteiro, quem me dera."

É pois, uma maravilha, tenho o rabo quadrado e ainda me permito olhar pela janela e pensar "Boa, agora que está bom tempo tu tinhas de ficar de cama."
Por estes dias a minha cama transformou-se num autêntico quartel general, munido do mais variado arsenal, ele é garrafa de água, revistas, portátil, papelada da faculdade, mp3, comandos, telefone e telemóveis.

Mas no meio desta confusão, hoje o dia ganhou um novo brilho, com a chegada deste amiguinho:

É um tabuleiro, SIM, um simples tabuleiro, MAS, este tem pernas e este factor constitui uma ENORME diferença.
Experimentem passar umas horas com um tabuleiro ao colo, e depois contem-me se a diferença entre ter pernas ou não ter é importante. E depois tentem ainda comer sem um pano ao colo e vejam as medalhas de bom comportamento com que ficam.
Minimalismos à parte, sinto-me um bocadinho inútil por não me deixarem sequer ligar a máquina da roupa sozinha ou por ser uma chata a pedinchar coisas. Mas hoje sou eu e amanhã pode ser um dos meus que precisa de ajuda, de mimo, de colo e de um "empregado" a tempo inteiro. Cá estarei para pagar a conta.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Estou mais pobre...


Sem chocolate...

Sem café...

Sem fritos...

Sem citrinos...

Sem medicamento para o refluxo...

A única coisa que consegui vociferar foi um "Desculpe?" perante o ar feliz e tranquilo do médico. É que não tinha mais nada para me tirar excepto a mala e a chave do carro, de resto roubou-me à descarada e ainda sorriu (era giro pah).

Não vamos ficar amigos, ai não vamos não.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Depilação Laser...


Em conversa com amigas, fiquei com vontade de experimentar a Depilação a Laser. Confesso que tenho uma má relação com a cera e seria um alívio ver-me livre de pêlos em zonas tão dolorosas como as virilhas, o buço e as sobrancelhas.
Já me avisaram que na perna não será tão fácil ter bons resultados, uma vez que os meus pêlos são muito dispersos e alguns bastante claros.

Alguém já experimentou? Os resultados corresponderam às expectativas? E ao fim de quanto tempo fizeram a manutenção?