Mostrar mensagens com a etiqueta Sentimentos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sentimentos. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 31 de maio de 2011

26 anos de ti...

13 anos contigo...

Não precisamos de dizer o quanto gostamos uma da outra, só nós o sabemos. A nossa amizade é assim, simples e tranquila.
Não me lembro de passar um dia zangada contigo, não me lembro de grande coisa na minha vida em que não estivesses presente, não me lembro de não ter pensado em ti em todos os momentos bons e maus e não imagino a minha vida daqui para a frente sem te ter por perto.

És a gulosa que entende a minha paixão por gomas, és a consumista que entende o meu número de sapatos, és a minha parceira de idas ao wc, és o lado paciente que contrabalança a minha intempestividade, és aquela que se preocupa sempre mesmo que demore dois dias a responder a uma sms, és a obstinada que me faz relativizar os medos, és a boa disposição mesmo quando te vejo em bocados por dentro, és o altruísmo quando eu só preciso de chorar, ou rir, ou esquecer, és a gargalhada mais contagiante de que me lembro, és a mulher que faz o meu melhor amigo feliz, és a amiga que também está lá por cada um dos meus amigos e és a tia que quero que receba o meu bebé nos braços para que ele te dê o maior sorriso do mundo, o sorriso que mereces.

Por ti dava o meu rim direito...

Parabéns minha Maria!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Este tempo é óptimo...


- Para as dores de cabeça;

- Para os olhos arderem como se estivessem em chamas;

- Para ter frio, vestir o casaco, ter calor, despir o casaco, ...

- Para ter uma moleza do tamanho do mundo;

Resumindo para ficar em casa... e é para lá que vou à tarde.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Telha, telha e mais telha...


Bolas que precisava mesmo de um botão estilo "Switch mode" onde pudesse carregar e escolher "Happy Mood" ou até "Quiet Mood". Qualquer coisinha menos esta neurose absurda que se alapou no meu cérebro e que me faz olhar para toda a gente com aquela cara "Cala-te lá um bocadinho que tou farta de te ouvir".

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Este nao é um babyblogue mas...

...nos próximos tempos poderão conhecer algumas das minhas dúvidas e elas variam entre o mais rebuscado, o mais óbvio e até o mais constrangedor.

No dia em que apareceu no teste de gravidez "Grávida 1-2" não recebi um manual de instruções sobre a montanha russa de emoções que aí vinha e muito menos sobre este bebé que vai crescendo de dia para dia.
Não tenho qualquer experiência com recém-nascidos, não tenho irmãos mais novos com quem crescesse, não sei pegar ao colo bebés pequeninos porque tenho medo de os magoar, nunca mudei uma fralda, nunca fiz um biberão, não tenho paciência para birras e canso-me de ouvir os bebés a chorar dia e noite.
Ao ler isto vocês podem pensar "É melhor nunca teres filhos, pelo sim pelo não" mas surpreendemente sempre desejei ser mãe de três filhos, construir uma família grande e acima de tudo feliz.

Não tenho medo de não ter tempo para o bebé, não tenho medo que o bebé venha compensar algo em falta na minha relação com o R e não tenho medo de não saber as últimas técnicas para o embalar, o fazer comer a papa em poucas colheradas ou fazer dele uma criança sobredotada. Tenho medo é de não o fazer sorrir, de não lhe dar o tempo de qualidade e atenção que ele merece, de não saber o que fazer quando ele chorar, de ele cair e se magoar, de não o ouvir respirar a dormir, de ele ficar doente, de ter cólicas e eu não saber fazer as massagens...tudo isto para dizer que tenho medo basicamente de não ser uma boa mãe ponto.

Porque eu e o R. vamos sempre arranjar um bocadinho para namorar, porque eu não vou deixar de ser mulher para ser mãe, vou ser ambas, porque vamos ter a ajuda de todos os avós babados e dos "tios" e "tias" que já o adoram, porque o dinheiro reorganiza-se e porque tudo isto pode falhar de vez em quando mas os cuidados dele e a sua felicidade não.

É verdade que o instinto maternal surge assim do nada e torna isto tudo natural? Espero que sim, caso contrário o meu bebé chora e eu choro com ele.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Nos últimos tempos...

Tenho-me deparado com inúmeras histórias de casais com problemas de infertilidade. Um assunto que me parece ainda ser um pouco tabu por toda a carga psicológica e física que representa.

Nem todas as mulheres sentem o apelo da maternidade, e não é por isso que são menos mulheres, mas para uma grande maioria o relógio biológico toca mais cedo ou mais tarde. Olhando à volta e vendo tantas grávidas, pensa-se muitas vezes que tudo se resume a aceitar esta decisão e o resto estará nas mãos da Natureza.

Mas nem sempre é assim, aliás cada vez menos é assim, com a avançar da idade e o estilo de vida actual surgem problemas de saúde que não são despistados com um simples check-up. Problemas de ovulação, problemas genéticos, problemas de mobilidade de espermatozóides, problemas na forma do útero, falência ovárica, rejeição de implantação uterina são apenas alguns dos dramas que muitos casais se deparam depois de alguns meses ou anos de tentativas sem sucesso.

E quando as mulheres conseguem engravidar e infelizmente abortam, tal facto é considerado normal atendendo à estatística e só após o terceiro aborto é que são investigadas as causas e realizados os devidos exames para apurar a origem das perdas. Três abortos?! Nenhuma mulher devia passar por um, quanto mais por três até poder ter respostas.

Inacreditável, na minha perspectiva, é a falta de apoio do Ministério da Saúde neste campo, com tratamentos hormonais, FIV e procedimentos mais agressivos que custam uma fortuna, com longas filas de espera e falta de apoio psicológico neste processo muitos casais acabam por desistir do seu sonho. Embora a adopção seja sempre uma opção, o processo é longo, muito burocrático e representa para muitos aceitar que biologicamente a reprodução é inviável e duvido que alguém o aceite de ânimo leve.

Fico incrivelmente triste ao acompanhar alguns destes dramas mais de perto, e compreendo porque é que este não é um tema de conversa usual, é que na falta de respostas e de apoio as pessoas optam por guardar a dor para si mesmos e ainda assim acreditar que um dia vai ser possível, um dia a luta vai ser recompensada. Eu acredito que estes seres humanos merecem o melhor e desejo que consigam o que tanto sonham, um filho.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Um dia...


Vou ter de perder o medo e simplesmente entregar-me ao amor incondicional.

Um dia vou encontrar o cordão umbilical que me falta, e corta-lo como se fosse a inauguração não de um novo eu mas de um eu sem fantasmas.
Estou perto, eu sinto-o a cada passo.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Voltei ao trabalho ontem, que é como quem diz, à vida "normal". Agora um pé à frente do outro, devagarinho e sem grande stress. Façam figas por mim sim?

Ah e já disse que gosto de vocês?! É que não se paga o carinho e preocupação que vocês demonstraram e os sorrisos que me arrancaram. Obrigada!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Preciso de pensar em coisas doces...

...e vocês?

Fica aqui uma ajudinha.

quinta-feira, 10 de março de 2011


Sit down, give me your hand
I'm gonna tell you the future
I see you, living happily
With somebody who really suits ya
Someone like me

Stand still
Breath in
Are you listening

(Skye)

quarta-feira, 9 de março de 2011

Desejos de hoje, não de amanhã...


Podemos desejar durante anos que algo não aconteça até que um dia aquele desejo ganha sentido e torna-se sinónimo de felicidade.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Desejo-vos...


Não um feliz Dia de S. Valentim mas sim toneladas e toneladas de amor por cada dia deste ano e dos que hão-de vir. Porque há lá melhor coisa do que amar?!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Não podemos mudar o Mundo...

...mas podemos cuidar das nossas pessoas com todo o carinho e poupa-las ao lado solitário da Vida. Porque hoje são os nossos avós/pais que precisam de uns minutos do nosso tempo e um dia seremos NÓS!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Tenho pena...

...das pessoas que não acreditam que podem mudar. Das que acham que o máximo que conseguem mudar em si mesmas é o penteado ou o salto dos sapatos.

Que falta de fé!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dos cães e dos gatos...

Sempre fui uma pessoa de cães...


Até que um dia conheci uma gata, que me visita na hora de almoço, que me achou digna da sua confiança, que tem os olhos verdes mais bonitos do mundo e um focinho pintado a pincel.
E desde aí passei a ser também uma pessoa de gatos, pelo menos de uma gata.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

E o coração fica descompassado...

O mundo é transformado a cada segundo, às vezes ficamos com a sensação que alguém estala os dedos e tudo muda.
Felizmente pudemos encher-te de beijinhos depois de todo o medo e todas as lágrimas que brilharam nos nossos olhos. Afinal de contas, tens 18 anos e vales o Mundo. Carros? Carros há muitos, tu é que não.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Have Faith...


A vida está repleta de contrariedades, de precalços, de dúvidas, de tristezas e até de dores insuportáveis. Mas o mais triste da vida é toldar a nossa própria visão de tal forma que não conseguimos vislumbrar nada para além desta agonia. É viver claramente em prol da dor.
A vida alimenta-se do oxigénio e expira o dióxido de carbono, e cada uma de nós devia fazer o mesmo, inspirar apenas as coisas simples que nos aquecem o coração, que nos arrancam um sorriso tonto e nos deixam momentaneamente a flutuar para deitar cá para fora todas as amarguras e todas as desilusões.
Ninguém pode ser feliz a cada minuto da sua existência, mas todas nós podemos chegar ao fim de cada dia com muitos minutos de plena felicidade. Viver de forma plena começa assim, por não nos amputarmos, criando barreiras que não existem e sofrendo pelo que ainda não chegou.
Aceitar viver assim pode ser inicialmente dificil por ir contra a natureza de Ser humano insatisfeito mas há que acreditar que nunca é tarde para reaprender a viver.
É isto que eu prometo a mim mesma todos os dias...continuar a acreditar!

domingo, 2 de janeiro de 2011

E começamos assim em 2011...


...com a remoção daquele "intruso" que tem feito a tia sofrer. Amanhã, por esta altura, esperamos ouvir "A operação foi um sucesso".

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Desejo-vos...

...um Santo e Feliz Natal junto das vossas famílias. Como presentes espero que recebam montanhas de saúde e toneladas de amor. O resto será sempre bem-vindo mas secundário.
É claro que não me podia esquecer de vocês, afinal de contas, mais de um ano depois este blog e todas vocês já fazem parte integrante da minha vida.
Um beijinhu enorme!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

De volta ao trabalho...

Hoje acordei atrasada...como é habitual...

A meio do caminho subi o volume da música e cantei...como é habitual...

Entrei na empresa e puseram-me logo o café na mesa...como é habitual...

Tinha a caixa de email entupida até às orelhas...como é habitual...

E agora estou a olhar incrédula para o relógio sem perceber como é que as horas passaram...como é habitual.

A diferença é que hoje consigo identificar o que é habitual e o que não esteve lá perto na última semana-disfarçada-de-mês-ou-ano.

Tenho a ligeira sensação que o habitual é tão bom que só o sabemos quando damos por falta dele.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Enough is Enough...


Todos nós sabemos que não se escolhe de quem se gosta, seria tudo mais simples se assim fosse, mas o coração parece ter vontade própria e só ele sabe por quem bate mais depressa. Como tal, muitos de nós, em determinada altura já gostámos da pessoa errada, que não era aquilo que pensávamos, que não nos correspondia ou cujas circunstâncias tornavam tudo impossível.

Mas gostar não é só borboletas no estômago, insónias e pernas a tremer...gostar é respeitar quem está do outro lado. E do outro lado pode estar um namoro, um noivado ou um casamento feliz. Podemos sentir que daríamos o mundo por aquela pessoa mas devemos ponderar se o mundo dela já não é perfeito tal como está.

Estando no papel da "pessoa errada", de quem nunca ponderou ultrapassar a barreira da amizade, de quem sempre manteve tudo muito claro e que nunca alimentou falsas esperanças, como é que se resolve tamanha situação sem magoar demasiado?

E quando magoamos? Quando se esgotam todas as explicações e exposições? Quando se cortam relações de forma radical? Quando não se reage a tentativas de aproximação? E mesmo assim elas se vão prolongando durante anos, porque aquela pessoa sempre que vislumbra um sorriso nosso para terceiros cria expectativas a olhos vistos.

Será possível não magoar nestas circunstâncias?

E até que ponto esta pessoa não vê em nós apenas o fruto proibido, tornando tudo isto apenas num joguinho psicológico? Onde é que se passa a ser simplesmente cruel? A relembrar que se continua à espera que a nossa relação não resulte? E tudo isto por, quiçá, um ego magoado.

É triste não ser correspondido? É! Mas é também muito triste estar no coração errado e não conseguir sair.