segunda-feira, 15 de abril de 2013

Momento embaraçoso...

Aquele em que vemos uma criança a passear abraçada a um nenuco. Tem ar de rapaz, cabelo de rapaz e roupa de rapaz. Mas ostenta um nenuco rosa nos braços, e abraça, dá miminhos enquanto nos recordamos que a nossa filha também tem um nenuco mas gosta tanto dele como eu de ópera.
Então eis que surge o momento embaraçoso: "Achas que é rapaz?!", "Parece mas...", "E agora?", "Agora estamos calados para não passarmos uma vergonha".
Afinal era mesmo um rapaz...com o seu bebé. Ainda bem que ficamos calados.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Do mundo do desemprego...

Existe quem pense que voltámos ao tempo da escravatura, em que na melhor das hipóteses se trabalha por pão e água. E ainda ficam chocados quando ouvem um Não! não de quem contrata mas de quem queriam contratar.
E quando verbalizam a brilhante teoria do " Pois ganha mais em casa do que assim" ouvem o que não gostam " Esse não é claramente um motivo para aceitar ou recusar um trabalho MAS esta proposta é muito curta e como tal desejo-vos muita sorte e sucesso".
Levam-me tudo menos a dignidade, estar desempregada não é sinónimo de desespero absoluto e acredito que mais marés virão. Ser chulada aos 27 anos e de forma descarada é que não!

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Existem encomendas e encomendas...

E hoje esta foi tudo de bom para a minha pessoa.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Quando pensamos que sabemos alguma coisinha...

Dão-nos cabo do canastro numa entrevista e nem piamos. E a história dos pontos fortes e fracos?! Vou só ali esquecer esta manhã e já volto.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Tenho um vizinho engraçado...

Costuma estacionar o carro em cima do passeio. Mesmo à porta do prédio. Irrita-me. Enerva-me. Se há lugares livres porquê esta necessidade?! Já me entalou o carro uma vez e bati num pino ao tentar sair. Enerva-me ainda mais.
Ontem em dia de chuva torrencial, com a bebé, sacos e sacarias e sozinha coloquei o carro em cima do passeio mas sem tapar a passagem do prédio. Vizinho esperto tinha o carro estacionado (mal) do lado de baixo do passeio e não vai de modas. Saiu e quando voltou trancou-me o carro. Assim sem mais nem porquê. Queres sair? Tocas à minha campainha que o lugar de patrão é meu. Portanto estamos mal. Não é por nada, é só mesmo porque quando me chega a mostarda ao nariz também me passo e para esperto, esperto e meio.

Estacionar a banheira...

Às vezes parece missão impossível. Quarenta minutos, q-u-a-r-e-n-t-a minutos para encontrar um lugar em que a devida viatura coubesse. Pelo meio pensei em abandoná-la no meio da estrada e ir embora. Mas não. Estacionar no campo pequeno era inviável porque já não tinha o tempo que queria. Assim corri a Avenida da República e paralelas até encontrar um bendito lugar onde o bicho ficasse arrumado e fosse humanamente possível chegar a pé ao destino sem ficar ensopada. 
E quando chego ao dito local, ainda quinze minutos antes da hora mas esbaforida e com umas rosetas monumentais fruto dos meus nérves dizem-me: "Estamos atrasados, portanto isto vai começar aí 20 minutos depois do combinado". Tudo normal.

Pareço uma pessoa que trabalha?

Mas ando a fazer pela vidinha ;)

terça-feira, 26 de março de 2013

Colorir

Os dias cinzentos também podem ser pintados com amor. Valha-nos isso.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Sabemos que não somos normais...

Quando são precisas 10 tentativas para tirar um raio-x aos joelhos e ainda nos dizem: "Pois sabe isto é mesmo problema da pessoa".
A minha pessoa torta por sinal.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Nós bem tentamos

Mas conseguimos o improvável de meia planta se suicidar ao nosso cuidado.

Esta música deixa-me bem disposta. E boa disposição é o que todos precisamos.


quinta-feira, 21 de março de 2013

SAP

Eu preciso de um milagre em SAP. Alguém que entre pela porta e me diga "Eu explico tudo".

Um milagre!

quarta-feira, 20 de março de 2013

New Car on the block...

Onde é que estas coisas andavam na minha infância?

terça-feira, 19 de março de 2013

O meu amigo de hoje...

ZzzZzzzZzzzz....

Deste Pai...

O maior consolo no meu coração não é ter saúde, não é ter força, não é ser uma super mãe para a nossa filha. O que acalma o meu coração descompassado é saber que no dia em que tudo me correr mal, no dia em que não puder revê-la, no dia em que deixar de estar presente, ela estará entregue nas mãos do Pai certo. Do Pai que cada criança merece. Do que a vai amparar nas quedas, do que vai desfazer todos os medos, do que vai aconchegá-la no colo antes de adormecer e mesmo assim ter pulso firme quando for preciso. Serão os teus braços que ela irá procurar como porto de abrigo e o teu cheiro de Pai que a vai tranquilizar. E serão as gargalhadas dela que farão a vida valer sempre a pena. E eu fico feliz, por vocês se terem encontrado neste mundo como Pai e Filha. 
Feliz Dia do Pai.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Há uma linha que separa...

O bom-senso da falta de respeito. Essa linha é ténue para algumas pessoas. Difusa. E este facto reflecte-se em situações simples.
Como sabemos o facebook não é nosso amigo, não quer saber das nossas lamentações, do que comemos ao pequeno-almoço ou da hora a que nos vamos deitar. O facebook enriquece dessas coisas e das pessoas que o alimentam de forma desenfreada e em alguns casos sem grandes pudores.
Mas o facebook também não é nosso inimigo, não nos obriga a escrever, não nos cobra pelas fotografias publicadas e não define temas para publicações. Dá-nos a liberdade de falar com amigos, conhecidos e desconhecidos sobre o que nos aprazer. O resto é bom-senso.
Mas o bom-senso não se resume a frases e imagens bonitas que se copiam de um site qualquer. É algo intrínseco à nossa personalidade, ou há, ou não há. E ainda me choco quando constato a absoluta ausência do mesmo em pessoas com uma idade que já combina com o termo sabedoria, ou assim devia.
Quando uma pessoa morre temos de pensar que essa pessoa tem família e amigos chegados. Se a morte é trágica então temos de jogar com o factor tempo, para tentar dar a noticia de uma forma resguardada e prestar o apoio necessário.
A dor da noticia da morte de um ente querido é muito semelhante a um atropelamento. É devastadora e irreversível. E quando existem crianças a situação piora exponencialmente. Há que ter tacto e muito respeito.
Assim quando sabemos da morte de um conhecido cabe-nos dar o espaço à família para receber a noticia em intimidade e chorar. E nao sermos protagonistas de um drama que não é nosso.
Aqui entra o facebook. Falar sobre a nossa vida é uma decisão privada mas dar a noticia da morte de uma conhecida enquanto a família ainda se dirige para o local sem saber o que se passou é...qualquer coisa de surreal.
Não faço ideia do que passa pela cabeça destas pessoas ou até faço e numa palavra resumem-se ao que são: tristes.


quinta-feira, 14 de março de 2013

A Primavera chegou à roupa...

Porque os cinzentos também cansam, sabe bem voltar a vestir branco.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Feliz Dia da Mulher

Para todas as mulheres que todos os dias dão o seu melhor.
Um beijinho meu e de Baby Di

quinta-feira, 7 de março de 2013

2 anos...

Era um dia como tantos outros. Mas não para mim. Já tinha um atraso de meio dia neste meu relógio natural tão certo. Havia um nervosinho miudinho. Lembro-me de pensar que não podia ser, já tinha feito um teste há dois dias e tinha dado negativo. Tolice. O período ia aparecer e eu teria estado tão ansiosa para nada. Por volta da hora de almoço a curiosidade atingia máximos históricos. Fui a uma fármacia. Escolhi o teste da moda na esperança vã de assinalar o momento com um teste bonitinho. Voltei para trás cinco vezes para o trocar por um mais barato. Não o fiz e paguei o valor remoendo para mim mesma que me ia arrepender. Entrei na A1 para fazer um percurso de 10 Km. Precisava de libertar alguns nervos antes de fazer o teste. Tinha a certeza absoluta de que estava a imaginar coisas. Um teste negativo é Negativo. Mas não. Nesse dia foi o principio de uma história que se escreve todos os dias. Imaginei-a durante sete meses a fio. Dancei com a minha barriga como se a tivesse no colo. Desesperei com medo de a perder. Mas desesperei baixinho para não a afligir. Pedi baixinho mais 24h durante duas semanas. Só mais 24h. Só mais um bocadinho. E ela nasceu no tempo que era o dela. Apressada e com vontade de agarrar a vida com as suas próprias mãos.

Correram 17 meses desde o dia em que aquele teste digital me confirmou uma gravidez muito desejada. Hoje ela já dança comigo. E corre para os meus braços. Dá-me mimi. Pede desculpas com a mãozinha a pedir beijinhos na minha boca. Ri quando corro atrás dela. Ri mais quando a apanho. Ri muito quando a encho de cócegas. Encosta a testa na minha boca quando quer beijinhos. Aninha-se nas minhas pernas quando tem vergonha. Pede colinho de bracinhos esticados. E foge do colo assim que a sua curiosidade descobre algo no chão. É destemida. Simpática. Teimosa. Dorminhoca. Comilona. Mexerica. É perfeita aos meus olhos. Aos olhos da sua mãe. E este tempo em casa tem-me permitido conhece-la cada vez melhor. Criar laços ainda mais estreitos e acompanhar o seu crescimento de uma forma privilegiada. Não pretendo nem desejo ser mãe a tempo inteiro. Não me consigo resumir a este papel. MAS por agora sinto-me feliz pelo bem que fazemos uma à outra a tempo inteiro, nesta relação que me torna uma pessoa mais paciente enquanto a tento ensinar a viver neste mundo tão complexo. Dois anos depois o que perdi em tempo livre foi largamente compensado em gestos de amor.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Para quem tem pouco (jeito) tempo...

A semana passada resolvi experimentar o verniz de gel. Com a lide da casa o verniz não aguenta nada e confesso que me falta alguma paciência para arranjar as unhas quase todos os dias. So Far So Good. As unhas devem descansar a cada 3 utilizações mas a relação preço/durabilidade parece-me boa.